Deixem o Google dominar...

domingo, 28 de dezembro de 2008

V de Vingança em: Trabalho de Ética Cristã



Pra início de post: Quem não viu o filme,
NÃO LEIA!!!

Pra quem viu, podem comentar... (e criticar pq eu vou contar o filme...)

Minha facul, por ser Católica, obriga os alunos a fazerem disciplinas religiosas.
Esse trabalho eu fiz em Ética Cristã...

O objetivo do mesmo foi ver um filme de nossa preferência, fazer um resumo dele, analisar o comportamento ético de 3 personagens, abordar as questões éticas do filme e trazer uma conclusão...

Gostaria de dividí-lo aqui.

Lá vai, hein...

Ah! Antes de começar gostaria de deixar como comentário pessoal, que achei o filme sensacional... ele é um palavrão... Rs.


V de Vingança é uma série de história em quadrinhos escrita por Alan Moore que foi publicada na década de 1980.
O filme foi produzido pelos Irmãos Wachowski, os mesmos criadores de Matrix, que procuraram uma nova ótica para o graphic novel (romance gráfico) de Moore, sem descaracterizar o mesmo.
Mostra a Inglaterra sob o controle de um regime tirânico, lembrando o livro 1984, de George Orwell.
O filme conta a história de Evey, uma menina que teve seus pais, ativistas políticos, presos por este regime que vigorava quando tinha 12 anos. Ela foi mandada para um reformatório juvenil e lá permaneceu por 5 anos.
Ela desobedeceu ao toque de recolher e saiu de casa, mas não contava ser pega pelos homens-dedo (espécie de agentes do governo). Quando se encontrava em uma situação difícil, de vida ou morte, um homem mascarado de codinome “V” aparece e a salva.
Ele era especialmente habilidoso em combate e destruições.
Tem uma inteligência incrível, realiza ataques terroristas e executa pessoas sem deixar pistas. Inicia uma revolução quando convoca seus compatriotas a erguerem-se contra a tirania e opressão.
Evey descobre a verdade sobre “V” e o porquê dele executar tantas pessoas influentes.
Ela se torna uma revolucionária e não perde a dignidade mesmo na situação-limite de tortura que viveu. Quando ela perdeu o medo da morte, se tornou livre e pode enxergar do que tudo aquilo se tratava.
É uma estória bastante complexa, porém é possível destacar com relativa facilidade, comportamentos éticos de alguns personagens.

Evey era uma menina que trabalhava em um estúdio de TV. Deixa de ter uma vida normal e rotineira e se torna uma revolucionária ao longo do filme.
Algum tempo depois de ter sido salva por V, ela o ajuda, quando ele invade o programa de Prothero - a voz de Londres - e está na mira de um dos agentes do governo quando tenta fugir.
Ela defendeu uma pessoa que ia contra o regime do país, ficou um pouco perturbada e se perguntando o porquê de ter salvo um homem que mal conhecia e tinha um comportamento insano, segundo ela.
Tinha muito medo de ser como seus pais, lutar por um ideal e ser morta, entretanto se mostrou uma pessoa de caráter quando foi capturada e torturada para que fornecesse pistas de quem era V e seu paradeiro, resistindo bravamente até o fim e não contando.
Ficou perplexa quando descobriu que essa tortura era algo que tinha o dedo de V.
Depois pode compreender melhor os motivos do mascarado, pois foi ela mesmo que pediu ajuda a ele para perder esse medo.
V, antes de morrer, deixa nas mãos de Evey a opção de destruir o Parlamento e ela o faz, tocada pelas palavras dele que diziam: “O povo não precisa de um prédio; o povo precisa de esperança”.

V é o protagonista. É altruísta e acha que pode provocar grandes mudanças no governo se fizer o povo perceber que o governo de certa forma perdeu o controle.
É um terrorista intransigente, de grande ambigüidade moral por buscar uma vingança homicida contra todos os que lhe fizeram mal.
É um herói nem sempre bonzinho. Por ser vingativo, acaba por ter seu idealismo político manchado.
V é vingativo, pois foi maltratado mental e fisicamente e depois queimado. Quer cumprir um plano de se vingar, indenizar-se, de certa forma, de todos os que o prejudicaram e a seu ver, prejudicaram a sociedade. É uma espécie de “bondoso vingador”, o que acaba caindo em um certo paradoxo, pois de forma alguma, há como justificar a vingança. Bondade e vingança são atitudes que não se correlacionam.
Ele tinha força em suas idéias, matou em nome delas e morreu defendendo-as. É admirável defender suas idéias até o fim dizendo que liberdade, justiça e igualdade não são somente palavras, e sim perspectivas, entretanto tirar a vida do semelhante por elas é realmente anti-ético.
Uma outra coisa que vai contra a ética era o fato de V roubar suplementos do governo (chanceler), como alimentação e obras de artes importantes, que eram vetadas. Sua fala era: “Eu não roubei; eu retomei”.

Prothero era um apresentador de TV, intitulado “a voz de Londres”. Ele faz um discurso em seu programa que tem uma postura muito anti-ética e tenta influenciar as pessoas.
Chama os EUA de colônia de leprosos porque não têm fé, diz que tudo o que vem de lá é lixo e diz que a sigla EUA significa Estados Ulcerados da Amerdérica.
A frase mais impactante em seu discurso é: “Isligton. Enfield. Eu estava lá. Eu vi tudo. Imigrantes, muçulmanos, homossexuais, terroristas, degenerados infectados. Eles tinham que morrer!”.
Prothero não tem respeito à diferença. É intolerante e quer que as pessoas se convençam com seu discurso.

É complicado dizer se é ou o que é certo ou errado nesse filme.

Uma questão ética muito forte em V de Vingança é que o herói é um terrorista.
Isso mexe um pouco com cada um de nós, pois para alguns, um terrorista é uma pessoa que luta pela liberdade e para outros, é uma pessoa que faz uso da violência física e psicológica causando estragos psicológicos que sempre ultrapassam o número de vítimas que sofreram fisicamente e até foram mortas.

Outro ponto foi a tortura sofrida por Evey. Por mais que ela quisesse perder o medo, V não precisava tê-la submetido à prisão e afogamentos. Existiam outros métodos para que ela pudesse banir este medo. Não precisava ser necessariamente uma tortura.

O fato de V roubar suplementos do governo para sobreviver a toda essa repressão também é um outro ponto. Os fins não justificam os meios.

O governo ter torturado e matado as minorias, como no nazismo, é realmente algo que vai contra os princípios da ética. V e Valerie (que foi morta) sofreram com essa repressão.

V comete homicídio contra todos que contribuíram para sua quase morte e que teve como conseqüência sua pele queimada. Por mais que se sentisse injustiçado, ele não tinha o direito de tirar a vida dos seus semelhantes; não deveria pagar o mal com o mal.

Pode-se concluir que o filme é uma história anti-Holocausto. Faz com que as pessoas reflitam nos dias de hoje a filosofia política de nossa época.
Convida as pessoas a pensarem sobre o que acontece quando o governo pressiona demais e afeta significantemente o modo de pensar de cada um dependendo de como interpreta o filme.
É um filme que mexe com a moralidade das pessoas. Deixam-nas sem saber o que defender, divididas.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Jacquie + natal 100 namorado = Deprê




Preciso comentar essa expressão alfanumérica?
(Alfanumérica tem hífen???)
A foto do BuddyPoke só complementa...

Natal, natal... temporal, temporal... o meu fusquinha é sensacional!

Acredita que eu vi TV Globinho especial nessa véspera de natal? Até que 'Os Simpsons' salvou alguma coisa...

O pior foi A Missa do Galo... Me perdoe quem gosta disso,mas que coisa chata!!!
Acho que a única coisa de legal que aconteceu durante esse programão foi minha priminha de 4 anos de idade gritando: " Vó, a Jacquie tá vendo a Missa da Galinha! Mas não tem animais... é uma Igreja[...]"

Salvei o natal indo pra casa da minha querida prima. Depois de meses sem nos falar, viramos a noite colocando a fofoca em dia... Isso é bom... Rs.

O que não foi NADA bom mesmo foi o toró que caiu na tarde do dia 25/12... Volta pra casa super prejudicada... Avenida Brasil alagadíssima... tivemos que parar por falta de visibilidade...
Ainda bem que eu confio no meu fusquinha e em quem estava dirigindo... Fomos até aplaudidos pelo desempenho do carrinho em um(a) rua (io) qualquer...

O importante é que apesar do medo de ficar na pista literalmente ou da casa ter sido alagada, a família estava unida... e isso trouxe segurança...

O verdadeiro sentido do natal pode não ser o presente em si, mas esse natal me ensinou o quanto é bom ter verdadeiros presentes (que não perdem o valor) presentes em nossas vidas sempre que precisamos...
Obrigada por tudo pai,mãe,irmã, namorado, avós, tios, primos, amigos... Vcs são jóias raríssimas em minha vida...

Até a próxima...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

A Primeira Produção Acadêmica Ninguém Esquece...

Meus caros leitores... (whahaha... me sentindo uma colunista do jornal O Globo...)

Aprendi a ler e escrever com quatro anos de idade. Desde essa época, sempre gostei muito de produzir e apreciar as obras de outros. Achava que ler e escrever eram as melhores coisas que o ser humano poderia querer... e olha que até tinha e tenho um pouco de razão nesse pensamento...
Sair, ainda que minimamente de uma alienação, se sentir inserido na sociedade por saber ler e escrever é, realmente muito bom...

Ao longo de minha vida, escrevi inúmeros textos narrativos em 1ª e 3ª pessoa, dissertativos - argumentativos até o dedo fazer calo... que davam para o gasto, me proporcionaram boas notas na escola e me fizeram crescer de certa forma...

Eis que chega a universidade... aquele friozinho na barriga e a pergunta: 'E agora? Como produzir um texto decente?'

Jacqueline começa escrevendo para a professora de Introdução à Filosofia sobre um dos mais famosos diálogos de Platão, denominado "O Banquete", cujo tema central é Eros, amor romântico que uma pessoa sente por outra e é diferente do amor Ágape, Filia, Pragma ou Storge e um outro chamado "Fedro"

Sem saber como, a pobre caloura dá o seu jeito e escreve a seguinte coisa:


A partir da leitura dos diálogos Sócrates/Agatão e Sócrates/Diotima,no Banquete de Platão, pretende-se explicitar qual o traço distintivo do Eros na concepção platônica.Desenvolverei as razões pelas quais é afirmado que Eros é um daimon e não um deus.

No diálogo Fedro,Eros é declarado como sendo um deus que governa não somente as almas humanas,mas também as almas divinas.A partir da leitura,desenvolver-se-á esta diferença na conceituação de Eros.

No Banquete, Agatão critica os participantes do Banquete que discursaram antes,pois não traçaram elogios ao deus,mas se contentaram chamar de felizes os homens a quem Eros propicia suas dádivas.
Agatão diz que Eros é o mais novo dos deuses, o mais belo e o melhor de todos os outros. Diz também que Eros evita ser alcançado pela velhice. Sua juventude é eterna.
No diálogo de Sócrates/Diotima, Eros é um daimon cuja função é essencialmente a síntese. Ele é a síntese das características herdadas:

Pelo pai - dirigir a atenção para tudo que é belo e gracioso; braveza, audácia. É constante e grande caçador, conquistador. Também procura encontrar meios para obter aquilo que quer.

Pela mãe - características contrárias a de seu pai. Tudo se caracteriza negativamente.

Essa é a natureza de Eros. É por isso que sem ser ele mesmo belo, será aspiração pela beleza. Diotima diz que o amor é filósofo pois está no meio,entre a ignorância e o saber.Quando Diotima afirma que Eros não é bom nem mal,Sócrates julgou que ele seria feio e mal.
Ela diz que o que não é belo, não é necessariamente feio, pois quem não é sábio, não é por isso ignorante, uma vez que existe um meio termo entre a sabedoria e a ignorância.

Com isso, Diotima diz que Eros é algo intermediário entre dois termos. Entretanto, dada à natureza, ele não poderia ser considerado um deus, uma vez que os deuses são felizes e belos e Eros carece de coisas boas e belas, pois deseja o que lhe falta.
E continua, dizendo que Eros é um daimon poderoso e tudo o que diz respeito à natureza demoníaca, representa o meio termo entre os seres divinos e os seres mortais. O daimon pode ser considerado um mensageiro perspicaz que primeiramente interpreta o que é próprio dos seres humanos e leva aos deuses. Depois traz aos homens o que é próprio dos deuses. Súplicas e sacrifícios dos homens, as ordenações e recompensas divinas. O daimon está entre uns e outros e ocupa o espaço intermediário, mantendo unidas estas partes que forma o todo.
Atribui-se à distância dos deuses dos homens a necessidade do daimon para estabelecer comunicação entre ambos. Completa dizendo que muitos são os daimons possuidores de muitas espécies e entre ele está Eros.
Eros busca o belo e sua condição é sempre intermediária.
Fedro,no Banquete afirma que Eros é um deus e o mais antigo.Fala também que quem ama é mais divino que o objeto amado,pois possui em si divindade,é possuído por um deus.
No diálogo Fedro, há o mito da parelha alada, no qual o cocheiro é a razão e os corcéis são à vontade e a concupiscência.
Os cavalos e os cocheiros das almas divinas são bons e de boa raça, mas os dos outros seres são mestiços.
"O cocheiro que nos governa, rege uma parelha, na qual um dos cavalos é belo e bom, de boa raça, enquanto o outro é de má raça e de natureza contrária. Assim, conduzir o carro é ofício difícil e penoso [...]

[...] Os carros dos deuses que são mantidos em equilíbrio, graças à docilidade dos corcéis,sobem sem dificuldade.Os outros com dificuldade porque o cavalo de má raça inclina e repuxa o carro para a terra." (Banquete,152)
A alma dos imortais,quando atingem a abóbada celeste,fica por lá e contemplam tudo o que, fora da abóbada, abarca o universo, ou seja, eles permanecem no inteligível,lugar de almejo dos mortais.
Eros é chamado pelos mortais de deus alado. Os mortais o chamam de Pteros (amor alado) por fornecer asas.
No Banquete, os deuses não são tomados por Eros pois os mesmos são perfeitos,não necessitam de algo para completar-lhes.
Aristófanes conta um mito relativo à origem do homem.Na origem,os homens eram dotados de órgãos duplos. Eram extremamente ágeis e ousados. De tanta ousadia,certa vez resolveram atacar o próprio Olimpo. Os deuses, enfurecidos, resolveram vingar-se e os homens foram separados em duas metades. O amor nasceu daí: é a eterna procura,o eterno desejo que os homens sentem de procurar a outra metade que um dia perderam. Quando alguém encontra, encontra também a felicidade.
O amor é desejo e privação e isso não condiz com o que é perfeito e belo (deuses).
No diálogo Fedro, é afirmado que cada um adora o deus de quem foi companheiro. Imita-o enquanto não pervertido, e enquanto aqui vive, depois do primeiro nascimento. Deste modo, todos imitando seu deus nas relações amorosas e nas outras.
Cada um escolhe seu amor de acordo com o respectivo caráter e passam a considerá-lo como seu deus.

Fedro dá exemplos:
[...] Um companheiro de Zeus é capaz de suportar mais facilmente a perturbação causada pelo deus alado. Os companheiros de Ares, com o qual fizeram a rotação, sendo atacados por Eros e crendo que pelo amado são injurados, são tomados de fúria assassina e sacrificam-se a si próprios e aquilo que amam [...] ( Banquete, 156-157).
Neste trecho mostra-se claramente que os deuses são tomados por Eros, fazendo a distinção dos mesmos de "Banquete" .
Há um certo paralelismo entre a alegoria da caverna e o discurso de Diotima. Na República é descrito o processo de conversão das consciências à luz. Parte-se das sombras até chegar às Idéias. Já no Banquete
temos uma "ascese erótica", onde Eros desempenha em relação aos sentimentos e às emoções o mesmo papel de intermediário que as entidades matemáticas representam para a vida intelectual. Eros comanda a subida por via da atração que a beleza dos corpos exerce sobre os sentidos e remete à contemplação da Idéia do Belo, o Belo em si. Esse é o sentido da dialética do desejo que o Banquete analisa no plano do sentimento, e que a República analisa no plano do conhecimento.
Em Platão encontramos a construção do conhecimento constituído pela união de intelecto e emoção, de razão e vontade: a episteme é o fruto de inteligência e amor. O essencial continua sendo: a Verdade, o Bem e a Beleza, três manifestações diferentes da mesma e única realidade suprema. Enfim compreendemos o ensinamento de Diotima, do próprio Platão, Eros é daimon: intermediário entre contrários (pobreza/abundância, ignorância/saber); Eros é, também e sobretudo, intermediário entre o humano e o divino, entre o sensível e o inteligível, entre o mortal e o imortal.
Eros é o próprio desejo da imortalidade. Esta é a única imortalidade possível para o homem, tanto pelo corpo, quanto pela alma. No primeiro caso, a imortalidade, se produz pelo nascimento dos filhos, pela sucessão e substituição de um ser idoso por um outro ser juvenil. Entretanto por cima desta produção e desta imortalidade corporal, há as do segundo caso, segundo o espírito. Estas são próprias do homem que ama a beleza da alma, e que trabalha para produzir numa alma bela, que o tem seduzido, os rasgos da virtude e do dever. Desta maneira, o homem perpetua a sabedoria que na sua alma se alojava e assegura um tipo de imortalidade superior à primeira. Este é o homem verdadeiramente virtuoso, o filósofo, o verdadeiramente imortal.



Claro que esse texto foi um pouco imaturo, com alguns errinhos de concordância, observando- o hoje. Entretanto, foi um ótimo começo... ganhei um 'parabéns! Seu texto foi bem desenvolvido' e a gestalt se fechou...
Esse foi apenas o primeiro de muuuuitos textos que virão, inclusive o temido TCC a posteriori... Rs.

Abraço a todos...

Fui!

Porque não???

Resolvi criar um blog porque meu final de férias estava extremamente intediante e eu adoro escrever...

Pois bem... De vez em quando, um espírito filosófico me invade e me sinto motivada a expor no papel ou até mesmo no Microsoft Word algumas coisas. Invento,cito, copio, enfim... mas o resultado sai bem legalzinho... me lembra os inúmeros trabalhos de Geografia com dados forjados que eu cansei de criar junto com o meu amigo Caio no Ensino Médio.

O que irei escrever aqui, de 'inteligente' vocês podem confiar pois mestres e doutores aprovaram esse conteúdo antes... Nada de plágio! Brincadeira...
Espero verdadeiramente que um dia esse blog sirva para algo útil...

Beijos a todos... e que minha ex professora de Análise e Produção de Texto Acadêmico, Maria Lilia, nunca descubra que eu tenho essa página... Rs.